sábado, 8 de junho de 2013

Escola Básica dos 2º e 3º ciclos do Caniço festeja Mês da Família

Para assinalar o mês da Família, a Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos do Caniço, realizou, ontem, pelas 17 horas, na cantina, uma actividade denominada 'Convívio Festa da Família'.
Este convívio familiar entre a comunidade educativa (Conselho Executivo, pessoal docente e não docente), representantes dos encarregados de educação e Associação de Pais contou também com a presença da Associação Presença Feminina e ainda do director da, recém-criada, revista da cidade do Caniço, a 'Revista ESCOL'@r'.
No turno lectivo, duas turmas de 8º ano assistiram à palestra sobre 'A defesa dos direitos e a promoção e dignificação da Mulher', principal missão da Associação Presença Feminina. Ambos os momentos foram pautados por alguns testemunhos proferidos na 1ª pessoa e pelas intervenções de dois docentes da escola, nomeadamente, Paulo Alves e Maria José Mendes que abordaram os valores da família na sociedade atual.
Esta actividade da responsabilidade do Departamento de Línguas em parceria com a Equipa Coordenadora da Biblioteca contou também com a colaboração dos coordenadores e docentes dos restantes departamentos que conjuntamente se empenham, diariamente, na promoção dos laços de convivialidade.
Para além de um lanche convívio foi possível angariar vários produtos alimentares e compor um grande cabaz solidário que reverterá em favor de algumas famílias carenciadas e já referenciadas pela escola.
in dnoticias.pt

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Dia da Família celebrado pelo 5º5 e 5º6

Os alunos da professora Idalina celebraram o Dia Mundial da Família, convidando alguns dos familiares a irem à escola. Numa aula de Português, os convidados puderam participar, falando acerca das suas profissões, das suas experiências profissionais. Depois, estes também assistir à apresentação de alguns trabalhos do Plano Regional de Leitura elaborados pelos alunos.
Um dia diferente; um momento para recordar; uma experiência a repetir.

Dia do Autor Português e o Clube LEGO



O Clube LEGO desenvolveu uma actividade de pátio, no passado dia 22 de maio. Esta atividade teve como principal objetivo promover o Dia do Autor Português e dar a conhecer, junto dos alunos, alguns dos escritores portugueses.
A atividade consistiu na aplicação de um jogo: no placard estavam pequenos cartões, uns com títulos das obras e outros com os nomes dos escritores. Os alunos teriam que associar o título da obra com o seu autor. No final foram distribuídos alguns livros de autores portugueses. O placard esteve ao dispor dos alunos o dia inteiro, para que todos tivessem a possibilidade de participar.


terça-feira, 5 de março de 2013

Dia Internacional da Língua Materna:


O Clube LEGO desenvolveu uma actividade de pátio, no passado dia 21 de fevereiro. Esta atividade teve como principal objetivo promover o Dia Internacional da Língua Materna e divulgar, junto dos alunos, as diferentes culturas e nacionalidades que existem dentro da nossa escola.

A atividade consistiu na elaboração de pequenos cartazes informativos, contendo as informações mais relevantes de países dos quais fazem ou fizeram parte alguns dos nossos alunos. O placard esteve ao dispor dos alunos o dia inteiro, para que todos tivessem a possibilidade de conhecer novas culturas.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

As aventuras de João Sem Medo


 Os alunos do 9º 5 e do 9º6 foram ao Funchal, ao Teatro Municipal Baltazar Dias, no dia 1 de fevereiro, para assistir à dramatização da peça de teatro intitulada As aventuras de João Sem Medo. Esta actividade tem como objectivo desenvolver nos alunos o gosto pelo teatro.

Neste 2º período, é matéria de estudo o texto dramático e o teatro vicentino, e, por este motivo, pareceu-me oportuno que os alunos contatassem, de uma forma mais direta com o teatro, ainda porque o projecto das turmas para o Plano Regional de Leitura é a dramatização da obra Os Herdeiros da Lua de Joana.


Os discentes reagiram de maneira muito positiva a esta iniciativa e ficaram mais elucidados acerca da atuação de um ator em palco.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Tipos e Processos de Cómico


De situação:
é o que a personagem faz e as circunstâncias da sua actuação   que   provocam    o     riso.

De personagem ou de carácter:
é a maneira de ser e de se apresentar  da   personagem que   provoca    o   riso.

De linguagem:
é o vocabulário usado e o próprio discurso que provocam o riso.
Gil Vicente oferece-nos registos ou níveis de língua adequados    às   personagens     em    cena.
 
Exemplos:

Nível  cuidado –    com o Fidalgo ou o Frade.
 
vel corrente,familiar ou mesmo popularcomaAlcoviteira.
 
Calão –    com o Parvo.
Gil Vicente usa imensos recursos estilísticos tendentes ao cómicode linguagem:

O Eufemismoconsiste em transmitir, de forma atenuada,uma ideia ou realidade que é desagradável.
Exemplos:
“ Vai pêra ilha              perdida…”     = Inferno
Veremos esta barca de tristura…= BarcaInfernal
“ Chegando ao nosso cais…” = Inferno

A Ironia -quando as palavras significam o contrário do que no íntimo  pensamos, ou estão  em  desacordo  com  a  realidade.
Exemplos:
 “ Ó poderoso  dom  Anrique ,/  cá vindes  vós?”
“Embarcai a vossa doçura/ que cá nosentenderemos.”
“E ela, por não te ver, despenhar-se-á  dum  cabeço.”
 

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O Auto da Barca do Inferno é uma complexa alegoria dramática de Gil Vicente, representada pela primeira vez em 1517. É a primeira parte da chamada trilogia das Barcas (sendo que a segunda e a terceira são respectivamente o Auto da Barca do Purgatório e o Auto da Barca da Glória).
Os especialistas classificam-na como moralidade, mesmo que muitas vezes se aproxime da farsa. Ela proporciona uma amostra do que era a sociedade lisboeta das décadas iniciais do século XVI, embora alguns dos assuntos que cobre sejam pertinentes na atualidade.
Diz-se "Barca do Inferno", porque quase todos os candidatos às duas barcas em cena – a do Inferno, com o seu Diabo, e a da Glória, com o Anjo – seguem na primeira. De facto, contudo, ela é muito mais o auto do julgamento das almas.
Estrutura
O Auto tem uma estrutura definida, não estando dividido em actos ou cenas, por isso para facilitar a sua leitura divide-se o auto em cenas à maneira clássica, de cada vez que entra uma nova personagem. A estrutura é vista pelo percurso cénico de cada personagem, que demonstra as suas acções enquanto "julgado".

Resumo

Embora o Auto da Barca do Inferno não integre todos os componentes do processo dramático, Gil Vicente consegue tornar o Auto numa peça teatral, dar unidade de acção através de um unico espaço e de duas personagens fixas "diabo e anjo".
A peça inicia-se num porto imaginário, onde se encontram as duas barcas, a Barca do Inferno, cuja tripulação é o Diabo e o seu Companheiro, e a Barca da Glória, tendo como tripulação um Anjo na proa.
Apresentam-se a julgamento as seguintes personagens:

Gil Vicente - Biografia

Gil Vicente teve diversas farsas e comédias proibidas pela Inquisição portuguesa
Pouco se sabe sobre a vida de Gil Vicente, autor de Auto da Barca do Inferno. Ele teria nascido por volta de 1465, em Guimarães ou em outro lugar na região da Beira. Casado duas vezes, teve cinco filhos, incluindo Paula e Luís Vicente, que organizou a primeira compilação das suas obras.

No início do século 16, há referência a um Gil Vicente na corte, participando dos torneios poéticos. Em documentos da época, aparece outro Gil Vicente, ourives, a quem é atribuída a Custódia de Belém (1506), recipiente para exposição de hóstias feita com mais de 500 peças de ouro. Há ainda mais um Gil Vicente que foi "mestre da balança" da Casa da Moeda. Alguns autores defendem, sem provas, que os três seriam a mesma pessoa, embora a identificação do dramaturgo com o ourives seja mais viável, dada a abundância de termos técnicos de ourivesaria nos seus autos.

Ao longo de mais de três décadas, Gil Vicente foi um dos principais animadores dos serões da corte, escrevendo, encenando e até representando mais de quarenta autos. O primeiro deles, o "Monólogo do Vaqueiro" (ou "Auto da Visitação"), data de 1502 e foi escrito e representado pelo próprio Gil Vicente na câmara da rainha, para comemorar o nascimento do príncipe dom João, futuro rei dom João 3o. O último, "Floresta de Enganos", foi escrito em 1536, ano que se presume seja o da sua morte.

O "Auto da Sibila Cassandra", escrito em 1513, introduz os deuses pagãos na trama e por isso é considerado por alguns como o marco inicial do Renascimento em Portugal.

Alguns dos autos foram impressos sob a forma de folhetos e a primeira edição do conjunto das obras foi feita em 1562, organizada por Luís Vicente. Dessa primeira compilação não constam três dos autos escritos por Gil Vicente, provavelmente por terem sido proibidos pela Inquisição. Aliás, o índice dos livros proibidos, de 1551, incluía sete obras do autor.

Gil Vicente foi considerado um autor de transição entre a Idade Média e o Renascimento. A estrutura das suas peças e muitos dos temas tratados foram desenvolvidos a partir do teatro medieval, defendendo, por exemplo, valores religiosos. No entanto, alguns apontam já para uma concepção humanista, assumindo posições críticas.

Em 1531, em carta ao rei, Gil Vicente defendeu os cristãos-novos, a quem tinha sido atribuída a responsabilidade pelo terremoto de Santarém. Também no "Auto da Índia" apresentou uma visão antiépica da expansão ultramarina.

Gil Vicente classificou suas peças dividindo-as em três grupos: obras de devoção, farsas e comédias. Seu filho, Luís Vicente acrescentou um quarto gênero, a tragicomédia.

Estudiosos recentes preferem considerar os seguintes tipos: autos de moralidade, autos cavaleirescos e pastoris, farsas, e alegorias de temas profanos. No entanto, é preciso lembrar que, por vezes, na mesma peça encontramos elementos característicos de vários desses gêneros.

Gil Vicente vai muito além daquilo que, antes dele, se fazia em Portugal. Revela um gênio dramático capaz de encontrar soluções técnicas à medida das necessidades. Nesse sentido, ele pode ser encarado como o verdadeiro criador do teatro nacional.

Por outro lado, a dimensão e a riqueza da sua obra constituem um retrato vivo da sociedade portuguesa, nas primeiras décadas do século 16, onde estão presentes todas as classes sociais, com os seus traços específicos, seus vícios e suas preocupações. Também no aspecto lingüístico o valor documental da sua obra é inestimável e constitui uma grande fonte de informação sobre o início do século 16 em Portugal.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Mensagem de Natal

"A todos um Bom Natal!
A todos um Bom Natal!
Que seja um Bom Natal
Para todos Nós!
Que seja um Bom Natal
Para todos Nós!"

A Escola Básica dos 2ºe 3º Ciclos do Caniço e a equipa do Sabichão deseja a todos os alunos, funcionários, professores e encarregados de educação um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo.
Nesta quadra natalícia convém relembrar valores importantes como a solidariedade, a amizade, a bondade e o respeito pelos outros.

Um feliz Natal!

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Notícias sobre a exposição referente à comemoração do Dia Mundial da Alimentação

O Dia da Alimentação na nossa escola


Na Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos do Caniço, realizou-se uma exposição sobre o Dia Mundial da Alimentação. A exposição foi feita pelas turmas do 6º1 até ao 6º4, do dia 15 ao dia 30 de outubro.
No dia 8 de outubro começou-se a realizar um trabalho de cada equipa no âmbito do projeto da alimentação saudável, na sala de aula e individualmente. Esses trabalhos foram feitos na disciplina de Português, onde se fez um texto publicitário sobre um alimento; em Ciências, uma roda de alimentos e em Inglês, realizou-se um menu de um restaurante com comida saudável. Nesses trabalhos todos foram utilizados materiais reciclados, tais como: cartão, recortes de revistas…
Com este trabalho, os alunos aprenderam a ter uma alimentação saudável. 
Trabalho realizado por:6º1
Equipa: Cláudia Alexandra Quintal , Mariana Nóbrega, Érica Maria Rodrigues e Márcio Reis

Alunos do 6º Ano criam projeto “Alimentação Saudável”

Os alunos do 6º1, 6º2, 6º3 e 6º4, da Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos do Caniço, elaboraram um trabalho com a coordenação das professoras de Ciências da Natureza, Inglês e Português. Os trabalhos realizaram-se entre  entre 8 e 12 de outubro e a exposição entre 15 e 30 de outubro. Os trabalhos foram realizados em casa e na sala de aula. Os mesmos foram para a exposição que decorreu na cantina.
Os trabalhos foram realizados com materiais reciclados, como por exemplo, cartão, imagens, cartolina usada e madeiras. Os alunos fizeram uma roda de alimentos em Ciências, um cardápio em Inglês e um texto publicitário em Português.
Estes trabalhos foram realizados para celebrar a alimentação saudável e aprender o que é a mesma.
Trabalho realizado por:6º3
Equipa: Ana Laura Fernandes, Petra Vieira, Sara Catarina Aguiar e Carolina Gouveia

Exposição na Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos do Caniço sobre a Alimentação Saudável


 
As turmas do 6º1, 6º2, 6º3 e 6º4 desenvolveram um projeto, o qual foi coordenado pelas professsoras de Ciências da Natureza, Inglês e Português. Os trabalhos foram realizados entre os dias 8 e 12 de outubro, para uma exposição que tinha como objetivo “falar” sobre a alimentação e que decorreu de 15 a 30 de outubro, na cantina da escola.
Os trabalhos foram preparados na sala de aula, utilizando materiais recicláveis, para comemorar este dia e alertar a Comunidade educativa para que tenha uma alimentação saudável.
 
Trabalho realizado por:6º4
Equipa: Guilherme Saldanha, Matias Pires e Tomás marques
 


 

 

domingo, 18 de novembro de 2012


Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos do Caniço
Trabalhos de Investigação – 1º Período
Texto de Opinião

No contexto da disciplina de Português, neste período, foi-nos proposto realizar um trabalho de investigação.
A Srª professora apresentou três propostas:

1- Fazer uma pesquisa acerca de uma personalidade da cultura portuguesa que tenha vivido algum tempo na condição de exilado (ex: Mário Soares, Manuel Alegre, etc…) e escrever uma pág.A4 letra 12 sintetizando as causas do seu exílio, as condições devida, sentimentos experimentados…. E concluir com uma breve reflexão acerca do assunto. Depois, acrescentar uma caricatura da personalidade escolhida, feita por nós, usando técnicas de pintura, serigrafia, etc...
2- Depois da leitura atenta do Regulamento Interno da Escola, fazer panfletos ou marcadores de livros, usando técnicas de pintura, serigrafia, materiais reciclados etc... relacionados com o SABER ESTAR, SABER RELACIONAR-SE.
3- Depois de analisado o conto O TESOURO, de Eça de Queirós, fazer uma curta-metragem (em movieMaker) onde sejam apresentados os dados biobibliográficos do autor, uma síntese da obra e concluir com uma reflexão crítica acerca do conto.

Estas propostas tiveram como objetivo principal proporcionar-nos uma reflexão mais aprofundada dos três assuntos abordados neste primeiro período.
Assim, a crónica acerca do exílio de José G. Ferreira serviu de pretexto para a proposta número um; A atividade sugerida levou-nos a conhecer mais acerca da condição de “exilado” de personalidades portuguesas que conquistaram a Liberdade e a Democracia para o nosso país.
Nós já nascemos depois do 25 de abril e até nos custa a acreditar em certas histórias que nos são contadas do tempo da ditadura. Talvez por isso mesmo foi impressionante vermos a capacidade de resistência e de coragem, de alguns, para enfrentarem todos os obstáculos e as “artimanhas” usadas para divulgarem certas ideias sem serem detetados pela censura. Servem de exemplo para todos nós, jovens, nestes tempos difíceis. Esperamos que tal como eles venhamos a concretizar os nossos sonhos.
O texto “Covardia” de José Gomes Ferreira serviu de mote à realização da segunda proposta. A leitura do Regulamento Interno da escola alertou-nos para o cumprimento de algumas regras, por vezes esquecidas. Gostámos de constatar que este documento não fala só de deveres mas também de direitos; e mais: não só de alunos mas também dos funcionários e dos professores! Este trabalho levou-nos a tomar consciência de que a escola afinal funciona como a sociedade lá fora e que cada um de nós tem nas suas mãos o poder de ajudar a resolver alguns problemas que surgem, de vez em quando.
Com a terceira proposta tivemos a oportunidade de aprofundar mais os conhecimentos do conto O TESOURO de Eça de Queirós e de refletir acerca do provérbio “ Quem tudo quer, tudo perde” já que este conto foi escrito à maneira das histórias infantis medievais que tinham sempre um objetivo moralizante.
Levar a cabo qualquer uma destas propostas foi um desafio. Foi bom pôr em prática conhecimentos adquiridos noutras disciplinas como EV ou TIC. Gostámos do debate feito após a apresentação porque pudemos ver o nosso trabalho valorizado pelos colegas e pela srª professora.
Claro que uns trabalhos estavam mais completos outros mais ou menos e outros… nem por isso, mas ….
Enfim, depois de um ralhete aqui… de um elogio ali…em geral, a turma empenhou-se. Trabalhámos e ainda tivemos tempo para fazer um jogo organizado pelos colegas Paulo Gonçalves e Laura Saturnino e tirar uma foto “ para mis tarde recordar”.
                                                                  
   Alunas redatoras (9º1): 

-Ana Mara 
                                                                                                           - Bernarda
                                                                                                                                   (com a colaboração da turma)

Poemas à maneira de ...

 (“Leonor vai para a fonte   de Luís de Camões)

Na passerelle da vida
Leonor é uma fofura
Vai sorridente, e bem segura.

Cabelos Castanhos a bailar,
Com o casaco a combinar;
Suas calças são de ganga
e os olhos de espantar,
Vai toda contente, vai segura.

Abana sua bolsinha
Ajeita a sua camisolinha;
Toda ela é beleza pura
Lá vai ela… lá vai ela…
Vai sonhadora, e bem segura.

Agarrada ao seu telemóvel,
Não param os SMS’s!
Leva uma vida sem stresses;
Tem amigos, tem futuro
Vai sorridente, e bem segura.

Da vida nunca vai desistir,
Para Leonor é sempre a abrir!
Os sonhos se concretizarão
Com verdadeira emoção,
Vai à gargalhada, naquele turbilhão !!!

Namorados não é com ela…
Mas já está farta de aguentar vela!
Prolonga a sua adolescência,
Diz ela com inocência…
Vai sonhadora, e bem segura.

                                                               Bernarda Barbosa ( 9º1)

Textos de Alunos

Um início de ano diferente

 No primeiro dia de aulas sentia-me entusiasmada mas ao mesmo tempo com medo. Só pensava como iria chegar a tempo às aulas.
Tinha medo, mas nada me impediu de progredir. Conheci muitos professores, todos eles fantásticos, fiz amigos e até nos rimos um pouco.
             Sentia muitas dificuldades em perceber como era que me ia orientar sozinha, eu não percebia nada do que era esta escola.
            Uma das pessoas que me ajudou foi a minha diretora de turma. Ela ajudou-me a perceber que esta escola não é um mundo, era simplesmente um pouco maior do que a antiga.
Os dias passaram e eu fui-me habituando. Agora sei que é uma escola que zela pelo interesse dos alunos, pela disciplina e pela ordem.
Esta é uma escola que nos dá mais entusiasmo para continuar.


Juliana Freitas        nº7    5º9

A primeira semana de aulas  

Quando entrei na escola pela primeira vez estava muito nervosa e não sabia o que fazer nem o que dizer. Mas aos poucos iam entrando colegas meus eu sentia-me mais reconfortada, era como se estivesse na outra escola do primeiro ciclo.
Comecei a falar com os outros colegas novos e fiz novos amigos, os diasforam passando e já me sentia mais à vontade.
Eu tive alguma dificuldade em encontrar as salas de aula mas para me ajudar estavam lá as funcionárias, os professores e alguns dos meus colegas.
Nesta semana tive muitas experiências novas como por exemplo a primeira vez que tive Ciências da Natureza, eu não sabia para que servia a disciplina mas uma colega explicou-me.
Eu adorei essa semana e espero que as próximas sejam iguais ou melhores!
                                                                  

 Francisca Vieira da Silva
 Ano: 5º    Turma: 8

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Profissões de Hoje / Profissões do Amanhã

A Diretora de Turma do 9º6, no âmbito da disciplina de Formação Social e Pessoal, está a desenvolver uim projeto intitulado "Profissões de Hoje / Profissões do Amanhã", que tem como objetivo trazer, todos os meses, um profissional à escola, para falar com os alunos acerca da sua profissão e da importância do estudos, na atualidade.
Assim, o auditório recebeu, no passado dia 31 de outubro, a visita do técnico do Marítimo B, José Barros, e do jogador da equipa “A”, Luís Olim. Os alunos do 9º5 e do 9º6 ouviram com atenção as ideias transmitidas pelos dois convidados, que falaram dos seus sonhos de infância e da forma como trabalharam para os atingir. Falaram, também, da importância dos estudos em termos futuros, seguindo ou não uma carreira desportiva. Os alunos foram preparados e colocaram questões pertinentes aos convidados. No final, houve uma sessão de autógrafos ,bem como a distribuição de alguns produtos maritimistas.

Foi uma conferência que agradou a convidados e a ouvintes, pois os primeiros revelaram vontade de cá voltar e os segundos vontade de continuar a ouvir outros profissionais falar acerca das suas profissões.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012


No texto poético, um «eu» - sujeito poético -  revela os seus sentimentos, as suas emoções e a sua visão do mundo. É, por isso, um texto muito pessoal e subjectivo, em que as palavras  da língua formam combinações surpreendentes, quer ao nível dos sons e dos ritmos, quer ao nível dos significados.
O texto poético é rico em recursos expressivos, que dificultam a sua compreensão. 
O verso é a forma privilegiada da poesia, mas alguns textos em prosa têm características do texto poético.

Noções de versificação
* Verso - cada linha do poema. Pode ou não ter sentido completo.
* Estrofe - Conjunto de versos separados por um espaço.

Classificação das estrofes quanto ao número de versos:
monóstico – estrofe com um verso
parelha ou dístico – estrofe com dois versos
terceto – estrofe com três versos
quadra – estrofe com quatro versos
quintilha – estrofe com cinco versos
sextilha – estrofe com seis versos
sétima – estrofe com sete versos
oitava – estrofe com oito versos
nona – estrofe com nove versos
décima – estrofe com dez versos

* Rima - É a terminação semelhante de cada verso, em termos de som.

Há vários tipos de rima:
versos soltos ou brancos: versos que não rimam;
rima emparelhada: os versos rimam dois a dois (aabb);
- rima cruzada: os versos rimam alternadamente ( abab)
- rima interpolada: os versos rimam separados por dois ou mais versos diferentes (abba)
rima rica – quando rimam palavras de classes gramaticais diferentes
rima pobre – quando rimam palavras da mesma classe gramatical
rima toante – quando rimam vogais
rima consoante – quando rimam vogais e consoantes


* Métrica - Os versos podem ser medidos quanto ao número de sílabas métricas, que não são sempre iguais às sílabas gramaticais. Quando medes o verso, estás a fazer a sua escansão.


 Algumas regras para fazer a escansão:
a) a contagem das sílabas métricas é feita até à ultima sílaba tónica do verso;
b) quando uma palavra termina numa vogal e a palavra seguinte começa por vogal, faz-se uma elisão, ou seja, as vogais fundem-se numa única sílaba.

Classificação dos versos quanto ao número de sílabas métricas:
monossílabo - verso com uma sílaba métrica
- dissílabo - verso com duas sílabas métricas 
trissílabo - verso com três sílabas métricas 
tetrassílabo - verso com quatro sílabas métricas 
pentassílabo ou redondilha menor - verso com cinco sílabas métricas 
hexassílabo - verso com seis sílabas métricas 
heptassílabo ou redondilha maior - verso com sete sílabas métricas 
octossílabo - verso com oito sílabas métricas 
eneassílabo  verso com - nove sílabas métricas 
decassílabo - verso com dez sílabas métricas 
hendecassílabo  - verso com onze sílabas métricas 
dodecassílabo ou verso alexandrino - verso com doze sílabas métricas 

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Boletim

https://sites.google.com/site/marportugues9/ler-mais

A professora Sónia Baptista, no presente ano letivo, tem a cargo publicar o

Boletim Cultural e Informativo

no âmbito da disciplina de Português.
Esta iniciativa ocorrerá todos os meses e tem como objetivo dar a conhecer eventos culturais, históricos importantes do nosso país, assim como informar-nos relativamente a certas curiosidades, efemérides,...
O link acima transcrito serve para visualização do mesmo.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Breve Biografia de Eça de Queirós

Diplomata e escritor muito apreciado em todo o mundo e considerado um dos maiores escritores portugueses de todos os tempos, Eça de Queirós nasceu José Maria Eça de Queirós, em Póvoa de Varzim-Portugal, no dia 25 de Novembro de 1845. Seu nome muitas vezes tem sido, de forma equivocada, grafado como "Eça de Queiroz".

Eça de Queirós morreu em Paris-França, no dia 16 de Agosto de 1900 (Funeral em Lisboa - 17 de Agosto)

Era filho do Dr. José Maria Teixeira de Queirós, juiz do Supremo Tribunal de Justiça, e de sua mulher, D. Carolina de Eça. Depois de ter estudado nalguns colégios do Porto matriculou-se na faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, completando a sua formatura em 1866. Foi depois para Leiria redigir um jornal político, mas não tardou que viesse para Lisboa, onde residia seu pai, e em 1867 estabeleceu-se como advogado, profissão que exerceu algum tempo, mas que abandonou pouco depois, por não lhe parecer que pudesse alcançar um futuro lisonjeiro. Era amigo íntimo de Antero de Quental, com quem viveu fraternalmente, e com ele e outros formou uma ligação seleta e verdadeira agremiação literária para controvérsias humorísticas e instrutivas. Nessas assembléias entraram Ramalho Ortigão, Oliveira Martins, Salomão Saraga e Lobo de Moura.

Estabeleceram-se então, em 1871, as notáveis Conferências Democráticas no Casino Lisbonense (V. Conferência), e Eça de Queirós, na que lhe competiu, discursou acerca do "O Realismo como nova Expressão de Arte", em que obteve ruidoso triunfo. Decidindo-se a seguir a carreira diplomática, foi a um concurso em 21 de Julho de 1870, sagrando-se o primeiro colocado e, em 1872, obteve a nomeação de cônsul geral de Havana, para onde partiu. Permaneceu poucos anos em Cuba, no meio das terríveis repressões do governo espanhol.

Em 1874 foi transferido para Newcastle; em 1876 para Bristol e, finalmente em 1888, para Paris, onde veio a falecer. Eça de Queirós era casado com a Sr.ª D. Emília de Castro Pamplona, irmã do conde de Resende. Colaborou na Gazeta de Portugal, Revolução de Setembro, Renascença, Diário Ilustrado, Diário de Notícias, Ocidente, Correspondência de Portugal, e em outras publicações.

Para o Diário de Notícias escreveu especialmente o conto 'Singularidades duma Rapariga Loura' (1873), publicada como 'livre brinde' aos assinantes do jornal, em 1874, e a descrição das festas da abertura do canal do Suez, a que ele assistiu em 1870, publicada com o título 'De Port Said a Suez', no referido jornal, folhetim de 18 a 21 de Janeiro do mesmo ano de 1870. Na Gazeta de Portugal, de 13 de Outubro de 1867, publicou um folhetim com o título 'Lisboa', seguindo-se as 'Memórias de uma Freira' e 'O Milhafre'; em 29 de Agosto de 1869, o soneto 'Serenata de Satã às Estrellas'.

Fundou a Revista Portugal com a colaboração dos principais e mais célebres homens de letras do seu tempo. Saíram desta revista 24 números, que formam 4 tomos de 6 números cada um. Para este jornal é que escreveu as 'Cartas de Fradique Mendes'. Na Revista Moderna publicou o romance 'A Ilustre Casa de Ramires'.

http://www.prof2000.pt/users/cfaeaz/ldias/ficha%20de%20leitura%20-%20o%20tesouro.htm

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Reconto escrito



A princesa malcriada


     Era uma vez uma princesa malcriada. A princesa estava sempre a puxar a cauda dos animais, do cão e do gato. Ela fazia muitas caretas às pessoas e era muito malcriada, dizia muitas palavras feias. O rei e a rainha, os pais da princesa ficavam muito tristes com as atitudes da sua filha. Um dia, deram uma festa no palácio e convidaram todas as pessoas do reino.
Apareceu um mágico. 
O mágico foi bem - educado com a princesa e fez-lhe uma festa na cabeça. Mas a princesa foi muito  mal- educada e este transformou-a em rã. 
A princesa só voltaria a ser menina quando aparecesse um príncipe que lhe desse um beijo.


Trabalho elaborado pelos alunos do CEI

Responsáveis : Professora Paula Romano e Teresa Menezes

terça-feira, 29 de maio de 2012

Magriço, em Poesia


Os Doze de Portugal
Era uma vez não muito distante daqui
Doze belas inglesas honradas
Por doze cavaleiros rudes
Foram insultadas.

Coma honra destroçada,
Pediram ao rei de uma longe terra
E foi assim que D. João I
Lhes enviou doze nobres a Inglaterra.

Entre eles ia Magriço
Foi de facto o primeiro,
Apesar de parecer fraco
Revelou-se valente cavaleiro.

Embarcaram cedo
E cedo começaram a navegar
Sem medos e com o objectivo
De pela honra das damas lutar.

Magriço teve outra ideia
Não era uma opção navegar
Partiu então para Inglaterra
Decidido que por terra iria lã chegar.

Demorou mais do que previa
Mas lá conseguiu chegar
Já todos estavam perfilados
Uma grande batalha se começou a travar.

A batalha venceram
Com as suas nobres defesas
E mais uma vez honraram
As damas outrora indefesas.

                                                        Bruna 8º3

terça-feira, 22 de maio de 2012

Dia Mundial do Livro




Algumas fotos que ilustram como as turmas da professora Idalina celebraram o Dia Mundial do Livro!!!!