segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Conto "O Tesouro"

Conto: «O Tesouro» de Eça de Queirós

ACTIVIDADE DE EXPRESSÃO ESCRITA

Relendo a primeira sequência do conto em estudo reconheces a presença de dois MODOS DE APRESENTAÇÃO DO DISCURSO: Discurso Directo e Indirecto Livre.

Agora, recria a primeira sequência da obra, a partir do terceiro parágrafo, com predominância do Diálogo.


Conto: «O Tesouro» de Eça de Queirós

ACTIVIDADE DE EXPRESSÃO ESCRITA

1.A segunda sequência narrativa do conto em estudo começa com uma DESCRIÇÃO. «Na clareira (…) um fio de água brotando entre as rochas, caía sobre uma vasta laje…»

Tendo em conta a sistematização das características da DESCRIÇÃO já feita, imagina a frescura primaveril daquela serra e descreve-a.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

As línguas românicas


Denominam-se românicas as línguas derivadas do latim e que conservam plenamente o seu vestígio no vocabulário, na sintaxe e, sobretudo, na morfologia.(...)

A România, o território que fala línguas românicas, estende-se na Europa, de ocidente a oriente, pela Península Ibérica, França, uma parte da Bélgica, Itália e ilhas da Córsega (politicamente francesa, mas linguisticamente italiana), Sardenha e Sicília, uns cantões suíços e Roménia.

Fora do continente europeu e especialmente na América, os seus domínios são também consideráveis. Principais "ilhas" não românicas dentro da área da România europeia são o País Basco espanhol e francês e a Bretanha, onde se fala uma língua celta.

Pilar Vázquez Cuesta e Maria A. Mendes da Luz, Gramática da Língua Portuguesa, Edições 70 - adaptado

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O Texto Publicitário


1- Preenche os espaços em branco com as seguintes expressões:

publicidade comercial / publicidade não-comercial/institucional


Na televisão, nos jornais, em revistas, na rádio, na Internet, colados nas paredes ou em grandes placards, pintados nos autocarros, sobrevoando os céus…, os anúncios são uma presença constante na nossa vida. Todos eles pretendem persuadir os destinatários a adquirir algum produto ou serviço – no caso da __________________ _________________________ - ou a modificar determinado comportamento de que resulte benefício para o indivíduo e/ou a sociedade -__________________ _________________________.










Como já observaste, O TEXTO PUBLICITÁRIO é constituído por:
Texto icónicoImagem – deve captar, o olhar do consumidor, pelo estímulo visual (cor, recorte, elementos que a compõe, arranjo gráfico, diferentes tipos de caracteres…)
Texto linguístico:
Slogan - mensagem curta usada como uma identificação de fácil memorização agregada a um
produto ou serviço da marca ou instituição. O brado de guerra (slaugh-ghairn - é corruptela de uma expressão do idioma gaélico) é um grito usado nos antigos clãs para inspirar os seus membros a lutarem pela preservação do grupo. A palavra adequa-se à guerra existente no mercado na disputa pelo consumidor. Por exemplo: "Até já!" - TMN, “I’m loving it.” – McDonald’s.
Texto argumentativo – apresentação concisa das vantagens ou qualidades do produto/ serviço anunciado
Símbolo da marca ou instituição

quinta-feira, 22 de outubro de 2009



ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS DO CANIÇO

DISCIPLINA DE LÍNGUA PORTUGUESA


Nome________________________________Turma_______Data____________________

A Família Pontuação

Esta história passou-se há muitos anos: no tempo em que uma menina ajuizada não

namorava sem licença do papá.

Chamava-se menina Vírgula. Gostava de passear devagarinho, e … parar de vez em quando para ver as montras.

Ora um dia, num dos seus passeios, apareceu um cavalheiro muito simpático e elegante no seu chapéu de coco. Sempre que a menina Vírgula parava, ele parava também, tirava o seu chapéu e ficava a olhá-la demoradamente.

Foi numa dessas pausas que acabou por entabular conversa e … imaginem só, pedir ali mesmo a mão da menina Vírgula!

Claro que esta disse logo:

-Não resolvo nada sem primeiro falar com o meu pai, o senhor Travessão.

E o senhor Ponto e Vírgula (era o nome deste cavalheiro) lá foi.O pai da menina Vírgula era um senhor muito respeitável e, como guarda que era do “Jardim das Palavras”, fez uma cara de poucos amigos. Mas quando ouviu o nome do cavalheiro, disse:

-Ponto e Vírgula? É como se chama? Bem … parece que foi feito para a minha filha! Realmente deve ser o marido ideal para ela.

E de facto, o senhor Ponto e Vírgula acabou mesmo por casar com a, agora, Srª Dona Vírgula.

Tiveram então o seu primeiro filho, um menino rabino e muito curioso.

Imaginem que tinha o hábito de se pôr de pernas para o ar, para espreitar debaixo dos móveis!

Puseram-lhe o nome de Ponto de Interrogação.

O segundo filho, como o primeiro, tinha um nome bastante aristocrático: chamava-se Ponto de Exclamação. Era muito mais sossegado que o seu irmão mais velho e ficava tão admirado com as coisas que descobria e as perguntas que fazia, que levava o dia a soltar “Ohs!” e “Ahs!” de espanto.

E foi então que a Dona Vírgula deu à luz um lindo par de gémeos. Andavam ambos a lutar um com o outro, ambos queriam ficar sempre por cima...mas eram tão cómicos que toda a gente era unânime em exclamar:

-Aqueles são mesmo Dois Pontos!...

Mas a Dona Vírgula estava a ficar cansada com a turbulência dos seus rapazes.

«Se tivesse ao menos uma rapariga, comentava, sempre poderia ajudar-me na lida da casa…»

E se bem o pensou, melhor o conseguiu: teve logo gémeas, três gémeas duma vez.

Eram iguais como gotinhas de água e muito sossegadinhas! Como não se distinguiam umas das outras, receberam o nome de “manas Reticências”.Como eram tímidas e um pouco indecisas, só sabiam andar juntas.

Mas toda a gente gostava delas e, quando partiam não eram facilmente esquecidas, deixavam sempre um rasto na memória de todos…

Foi então que o Srº Ponto e Vírgula disse para a mulher:

-Com a vida sempre a encarecer não se pode ter mais filhos, agora ponto final!

E foi assim que nasceu o menino mais novo, o último da família Pontuação, o Ponto Final. Ora este menino recebeu tanto mimo dos pais que se tornou um pouco antipático, egoísta, guloso e ficou redondo que nem uma bola.

Os outros afastavam-se.

Pena que uma família tão simpática tenha educado tão mal o seu último filho. Mas enfim, nós não temos nada com isso. E também não queremos ser más línguas… Portanto ponto final no assunto.

Revista «Escola Democrática»