terça-feira, 2 de novembro de 2010

Poema do Pão-por-Deus


No dia do Pão-por-Deus
Todos nós com um saquinho
De porta a porta pedindo bolinho
Para partilhar com o vizinho.

O dia do Pão-por-Deus
Nós vamos festejar
Vamos às casas pedir doces
Para depois partilhar.

Depois de tanto andar
E pessoas assustar
Ficamos quase
Sem ar.

Para aumentar a diversão
Fizemos e cantamos uma canção
Porque é a nossa tradição.

Com esta tradição
Todos nós aprendemos uma lição
Não há como cantar
Uma boa canção.

Com passas e bolos
Nesta época
Enganamos os tolos.


Ana Catarina 6º5 nº 2

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

BREVE GLOSSÁRIO DE TEATRO

Cenário – Lugar onde decorre a acção. O cenário pode ser construído em tela ou em outros materiais e situa o espectador na época e no lugar em que a história se passa.
Comédia – Peça de teatro de crítica social. O seu objectivo é fazer rir o espectador.
Peça – Texto que serve de base à representação.
Teatro – Lugar onde se representam peças de teatro; conjunto das obras dramáticas de um autor ou de um país; arte de representar; profissão de actor ou actriz; fingimento.
Acção – Assunto, enredo, intriga, história(s) de uma peça de teatro.
Acto – cada uma das divisões de uma peça de teatro, que exige mudança de cenário. Um intervalo marca a passagem de um acto a outro.
Actor – Aquele que representa uma ou mais personagens numa peça de teatro.
Cena – Subdivisão de um acto. Em cada cena, sai uma personagem ou entra outra.
Cenógrafo – Responsável pela criação/execução dos cenários.
Didascálica – Indicação cénica que se refere à caracterização (atitudes) das personagens em vários momentos da peça, à sua movimentação em cena (entrada, saída, etc.), aos lugares em que se passa a história e ao tempo em que ela decorre.
Guarda-roupa – Conjunto de trajes que são pertença de uma companhia de teatro para desempenho dos actores em diferentes peças.
Papel – Parte da peça teatral que compete a cada actor desempenhar.
Contra-regra – Aquele que marca a entrada dos actores em cena.
Deixa – Palavra ou palavras do fim da fala de uma personagem, que determinam quando a outra personagem deve iniciar o seu discurso/a sua fala.
Aparte – Falas de uma personagem que, segundo as convenções (regras) teatrais, se destinam a ser ouvidas pelo público e não pelas outras personagens.
Bastidores – Espaço por detrás e ao lado do palco, fora da vista dos espectadores, onde os actores esperam pela sua entrega e onde se guardam os adereços e outros matérias.
Contracenar – Representar em contracena. Contracena significa estar fora de cena principal. Enquanto algumas personagens dialogam realmente, outras, em contracena, findem dialogar para atingir determinado objectivo.
Palco – Parte do teatro onde os actores representam.
Ponto – Pessoa que, durante a peça e escondida do público, lê o texto, em voz baixa, aos actores quando eles se esquecem das suas falas.
Público – Pessoas que assistem à representação de uma peça de teatro.
Autor/Dramaturgo – Autor das peças.
Caracterizador – pessoa que caracteriza, que cria no actor uma face consentânea ao papel que ele vai desempenhar. Vários recursos/materiais são utilizados para alterar uma face.
Director(a) – Responsável máximo por uma companhia de teatro.
Encenador (encenação) – Aquele que idealiza o espectáculo teatral, dirigindo os actores nos seus papeis, levando à cena um texto original ou adaptação de um original.
Figurista – Técnico do teatro que se ocupa dos modelos, dos figurinos (vestuário, maquilhagem, penteado e outros complementos).
Fotógrafo (fotografia) – Técnico especializado que regista os momentos, as cenas de uma peça de teatro. Pode acumular com as funções de operador de vídeo.
Luminotécnico – O responsável pela iluminação, pelo efeito das luzes em cena.
Produtor (produção) – Cargo que tem como objectivo organizar, coordenador a realização de uma obra artística.
Sonoplasta (sonoplastia) – Pessoa responsável pela selecção e execução pela selecção e execução dos efeitos acústicos que constituem o fundo sonoro de uma peça de teatro.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Chegada á Índia

Para visualizares este vídeo deverás clicar no título. Este trabalho foi elaborado por um aluno do 9º ano.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Os Lusíadas (1572) - DIVISÃO DA OBRA

O poema se organiza tradicionalmente em cinco partes:
1. Proposição (Canto I, Estrofes 1 a 3) Apresentação da matéria a ser cantada: os feitos dos navegadores portugueses, em especial os da esquadra de Vasco da Gama e a história do povo português.
2. Invocação (Canto I, Estrofes 4 e 5) O poeta invoca o auxílio das musas do rio Tejo, as Tágides, que irão inspirá-lo na composição da obra.
3. Dedicatória (Canto I, Estrofes 6 a 18) O poema é dedicado ao rei Dom Sebastião, visto como a esperança de propagação da fé católica e continuação das grandes conquistas portuguesas por todo o mundo.
4. Narração (Canto I, Estrofe 19 a Canto X, Estrofe 144) A matéria do poema em si. A viagem de Vasco da Gama e as glórias da história heróica portuguesa.
5. Epílogo (Canto X, Estrofes 145 a 156) Grande lamento do poeta, que reclama o fato de sua “voz rouca” não ser ouvida com mais atenção.