quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Poemas de Natal


Eu gosto do Natal,
Engraçado e com fantasia,
Vou receber presentes
Da minha sagrada família!

Escrevi com um marcador,
Amigos, Bom Natal,
Senti uma dor,
E apareceu o Pai Natal!

É Natal, é Natal!
Toca a acordar,
Abrir as prendas,
Eu vou adorar!

Pensámos em Maria,
Que vai dar à luz,
Um grande menino,
Que se chama Jesus.

No dia de Natal,
Coisas boas vamos fazer,
Já estou a pensar,
Que prendas vou receber!
Beatriz Camacho e Francisco Camacho 5º5

Natal para todos

No Natal
Abrimos os presentes
Convidamos a família
Há aperitivos para toda a gente!

Há aperitivos para toda a gente
Estamos todos radiantes
É a festa da Família
Olha os presentes gigantes!

Olha os presentes gigantes!
À volta da árvore de Natal
São a alegria, a paz e o amor
Que tornam esta época especial!

Que tornam esta época especial
Que nos aquece o coração
É a grande época do ano
É altura de estender a mão!

É altura de estender a mão
A quem mais precisa
Uma estrela cintilante
O meu desejo realiza!

O meu desejo realiza
É uma felicidade
A única coisa que eu quero
É o amor e a bondade!


Francisco Barbosa 5º8

Quadras de Natal - 5º1

Realizado pela equipa DAV (Cláudia Alexandra, César, Nuno e Beatriz)
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Quadras de Natal

Era noite de Natal.
Em toda a casa
nada se ouvia,
nem um rato se sentia.

Em cima do telhado,
algo tilintava,
alguma coisa se mexia,
alguma coisa andava.

Fui ao pé da lareira,
sem mais demora,
estaria a ouvir bem?
O Pai Natal vinha agora!

Fui para a cama,
para o Pai Natal não me ver,
Senão…
prendas não iria receber!http://natalnatal.no.sapo.pt/pag_musicaspt/todos_bomnatal.htm

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Mensagem de Natal

Os professores de Língua Portuguesa desejam a todos os alunos e colegas um feliz Natal e um próspero 2012, cheio de Paz, Alegria, Força e Motivação.


NATAL

Acontecia. No vento. Na chuva. Acontecia.
Era gente a correr pela música acima.
Uma onda uma festa. Palavras a saltar.
Eram carpas ou mãos. Um soluço uma rima.
Guitarras guitarras. Ou talvez mar.
E acontecia. No vento. Na chuva. Acontecia.
Na tua boca. No teu rosto. No teu corpo acontecia.
No teu ritmo nos teus ritos.
No teu sono nos teus gestos. (Liturgia liturgia).
Nos teus gritos. Nos teus olhos quase aflitos.
E nos silêncios infinitos. Na tua noite e no teu dia.
No teu sol acontecia.
Era um sopro. Era um salmo. (Nostalgia nostalgia).
Todo o tempo num só tempo: andamento
de poesia. Era um susto. Ou sobressalto. E acontecia.
Na cidade lavada pela chuva. Em cada curva
acontecia. E em cada acaso. Como um pouco de água turva
na cidade agitada pelo vento.
Natal Natal (diziam). E acontecia.
Como se fosse na palavra a rosa brava
acontecia. E era Dezembro que floria.
Era um vulcão. E no teu corpo a flor e a lava.
E era na lava a rosa e a palavra.
Todo o tempo num só tempo: nascimento de poesia.

Manuel Alegre