terça-feira, 15 de maio de 2012

Dia do Livro


Para celebrar o Dia do Livro, as turmas 5º1, 5º2 e 5º3 produziram crachás, que resultaram da seleção e do registo de citações nos mesmos, na sala de aula. A atividade decorreu com entusiasmo e os alunos levaram-nos para casa para completar o trabalho iniciado. Posteriormente, foi feita a recolha e digitalização dos crachás. (prof. Dina Moniz)


Na turma do 5º4: este foi um trabalho desenvolvido na aula e fora dela. 
O trabalho de pesquisa relativamente a um livro já lido  e a respetiva seleção da citação foi efetuada como tpc, na aula e, em trabalho de equipa, os alunos realizaram  a decoração e colagem do crachá que exibiram no Dia Mundial do Livro. (prof. Daniela Sousa)



segunda-feira, 14 de maio de 2012

Celebrar a Poesia

Na passada semana, nos dias 7, 8 e 9 de maio, as turmas do 8º5, 8º6 e 8º7 fizeram uma aula diferente.
Preparando antecipadamente instrumentos musicais, em casa, a partir de material reciclado, os alunos foram para a rua declamar poesia e tocar"desalmadamente".
Esta iniciativa foi do agrado das três turmas, que gostariam de voltar a ter, um dia destes, outra aula ao ar livre, longe das cadeiras, das mesas e dos cadernos...

terça-feira, 8 de maio de 2012

Feira do Livro

 A "Feira do Livro" que decorreu na semana de 16 a 20 de abril teve como convidadas especiais as escritoras Ana Maria Magalhães e Ana Graça.
No dia 16 de Abril, Ana Maria Magalhães esteve na nossa escola, por volta das 15 horas: primeiro fez uma pequena visita à biblioteca, local onde decorria a feira do livro, e aí deu a sua primeira sessão de autógrafos; mais tarde encontrou-se com várias turmas no auditório; aqui, quatro alunos do 8º7 (Jéssica Viviane, Luís, Pedro Francisco e Sofia) representaram uma pequena peça baseada na sua vida e também na sua obra; de seguida, outros alunos colocaram-lhe várias questões, às quais respondeu de forma simpatia e engraçada; finalmente, procedeu a outra sessão de autógrafos, agora para estes alunos.


A RTP Madeira esteve na nossa escola e mostra-nos, um bocadinho, daquilo que aconteceu em: 


http://www.rtp.pt/programa/tv/p25719/c79501

A autora Ana Graça esteve na nossa escola no dia de 20 abril e, tal como a primeira convidada, visitou a feira do livro, deu autógrafos e respondeu às questões colocadas pelos alunos, que assistiram a uma pequena palestra.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Relações Semânticas entre Palavras



A língua portuguesa é constituída por relações:

  1. De Oposição:
Antonímia: Relação de oposição entre o significado de duas palavras.

Ex.: lindo / feio          subir / descer        chuva / sol

  1. De Equivalência:

Sinonímia: Relação de equivalência semântica entre duas ou mais palavras.

Ex.: casa / lar          lindo / bonito        vermelho / encarnado

  1. De Hierarquia:

Hiperonímia: Relação de hierarquia entre palavras que apresentam um sentido mais geral em relação a outras de significado mais restrito.
Ex.: Flor
       
Hiponímia: Relação de hierarquia entre palavras que apresentam um sentido mais restrito em relação a outras de significado mais geral.
Ex.: rosa, cravo, túlipa, malmequer, …

  1. De Inclusão:

Holonímia: Relação de inclusão entre palavras em que uma representa o todo…
Ex.: corpo

Meronímia: e a(s) outra(s)a parte.

Ex.: cabeça, tronco, braços, pernas,…

terça-feira, 17 de abril de 2012

Mãe Natureza


Nas verdes e bonitas florestas,
Há incêndios florestais.
Se forem fatais
Podem matar animais.

A nossa mãe natureza
Linda pode ser
Mas para sobreviver
Cuidados vanos ter!

As árvores espetaculares
Vamos todos conservar
Para serem salvas
Papel vamos reciclar.


Realizado pela equipa “Madeirenses”, 5º3

A ÁRVORE NOSSA AMIGA



O dia 21 de março
É o dia da floresta.
Toda a gente o comemora
Com uma grande festa.

A árvore nossa amiga
Também nos dá alimento
Abracêmo-la hoje com
Todo o nosso alento.

O dia da árvore
É muito especial
Por isso o Homem
Não a deve tratar mal.

Realizado pela equipa “The Best Boys”, 5º2

quinta-feira, 8 de março de 2012

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Amélia Pinto Pais

Nasceu em 1943 numa aldeia beirã, licenciou-se em Filologia Românica, pela Universidade de Coimbra; foi professora de Português e Francês do ensino secundário durante 36 anos e meio .Vive em Leiria. É atualmente professora aposentada .

Desempenhou cargos de formação inicial de professores e de formação contínua no âmbito da Língua Portuguesa e da sua didática. Participou ativamente muitas vezes com comunicações em diversos encontros e congressos sobre literatura, seu ensino, nomeadamente camonianos e pessoanos, organizados pelas universidades e outrasassociações ou escolas.

Escreveu obras de carácter ensaístico e de incidência didáctica, sobre Camões (Para Compreender Os Lusíadas- 1982; Os Lusíadas - edição escolar - texto, introdução e notas- 1987; Eu Cantarei de Amor (Poesia Lírica de Luís de Camões– 1988); Os Lusíadas em Prosa -1995

( adaptação juvenil), Ensinar Os Lusíadas -1997; sobre Fernando Pessoa (Para Compreender Fernando Pessoa -1996) e Gil Vicente (Auto da Barca do Inferno (edição escolar)).

Foi autora ou co-autora dos manuais escolares Ler Por Gosto (antologias para os 10º,11º e 12ºanos e respectivo livro auxiliar) Ser Em Português (10º,11º e 12ºanos) e autora de Saber Português .Em 2004 - 2005 publicou ainda uma História da Literatura em Portugal –Uma Perspectiva Didáctica – em 3 Volumes. Todos estes seus livros foram e continuam a ser editados pela Areal Editores, Porto.

Já em 2007 publicou o livro Fernando Pessoa - O menino da sua mãe – na colecção à

Descoberta, na AMBAR.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

14 de fevereiro: S. Valentim e Dia da Amizade na Biblioteca


Para comemorar esta efeméride houve colaboração entre o Grupo de Português (com as docentes Dina Moniz e Daniela Sousa), o de Educação Visual e Tecnológica (com os docentes Paulo Soares, Ana Brazão e Lígia), os docentes de EMRC (Paulo e Maria José ) e a Equipa da Biblioteca.
Os alunos da equipa 1 realizaram cartas para celebrar o Dia da Amizade, utilizando técnicas aprendidas nas aulas de Língua Portuguesa. Após a respetiva correção e avaliação, foram transcritas para cartões realizados na disciplina de EVT. Estes discentes revelaram empenho na realização da atividade. Os cartões foram, por último, entregues na Biblioteca.
Por outro lado, muitos alunos elaboraram as suas cartas para a “Correspondência de S. Valentim”. Para o efeito, tiveram à sua disposição para consulta o documento “ Como se faz uma carta?”, bem como vários livros sobre o tema.
A correspondência total foi entregue aos destinatários no dia 14, por um aluno que se voluntariou para tal, o Anthony, do 6º6.
O interior da Biblioteca esteve também muito decorado com cartolinas e outros trabalhos com desenhos e mensagens de amor/amizade (dos alunos de EMRC).
No corredor, em frente à Biblioteca, foram colocadas faixas de papel para os alunos colocarem as suas mensagens, mas estas foram retiradas quando se descobriram mensagens pouco respeitosas.
No geral, as atividades foram bem sucedidas, houve grande adesão dos alunos.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Os Lusíadas: estrutura interna e externa


Estrutura Externa

-Preposição – canto I, estrofes 1, 3
-Invocação – canto I, estrofes 4, 5
-Dedicatória – canto I, estrofes 6, 18
-Consílio dos Deuses­ – canto I, estrofes 19, 41
-Formosíssima Maria – canto III, estrofes 102, 106
-Inês de Castro – canto III, estrofes 118, 135
-Batalha de Aljubarrota – canto IV, estrofes 28, 45
-Despedidas Em Belém – canto IV, estrofes 83, 93
-Velho Do Restelo – canto IV, estrofes 94, 104
-O Adamastor – canto V, estrofes 37, 60
-A Tempestade – canto VI, estrofes 70, 93

Estrutura Interna

-Preposição
-Invocação
-Dedicatória
-Narração


Planos narrativos da Narração:

-História de Portugal (plano encaixado)
-Viagem de Vasco Da Gama (plano fulcral)
-Intervenção dos Deuses (plano paralelo)
-Intervenções do Poeta


Estrutura formal das estrofes:

-Versos decassilábicos
-Oito versos (oitavas)
-Esquema rimático (abababcc), com rima cruzada nos seis primeiros versos e emparelhada nos dois últimos.

Agora joga!


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Luís Vaz de Camões

http://www.youtube.com/watch?v=wzrx215xcRw
Luís de Camões nasceu em 1524 ou 25, provavelmente em Lisboa, filho de Simão Vaz de Camões e Ana de Sá.
Tudo parece indicar, embora a questão se mantenha controversa, que Camões pertencia à pequena nobreza. Um dos documentos oficiais que se lhe refere, a carta de perdão datada de 1553, dá-o como «cavaleiro fidalgo» da Casa Real. A situação de nobre não constituía qualquer garantia económica.
Os vastos conhecimentos e cultura do poeta são normalmente justificados por este ter frequentado o ensino superior. Camões provavelmente estudou em Coimbra, pelo facto de se referir, na lírica, a “longo tempo” passado nas margens do Mondego, ligado à circunstância de, pela época que provavelmente seria a dos estudos, um parente de Camões, D. Bento, ter ocupado os cargos de prior do mosteiro de Santa Cruz de Coimbra e de professor da mesma Universidade, levou à constatação que Camões ter estudado em Coimbra, frequentando o mosteiro de Santa Cruz.
Mas nenhum documento atesta a veracidade desta hipótese, embora não haja dúvida de que o poeta tenha passado pela Universidade.
Antes de 1550 estava a viver em Lisboa, onde permaneceu até 1553. Essa estadia foi interrompida por uma expedição a Ceuta onde foi ferido e perdeu um olho.
Em Lisboa, participou com diversas poesias nos divertimentos poéticos a que se entregavam os cortesãos; relacionou-se através desta actividade literária com damas de elevada situação social, entre as quais D. Francisca de Aragão; e com fidalgos de alta nobreza, com alguns dos quais manteve relações de amizade. Representa-se por esta época um auto seu denominado de “El-rei Seleuco” em casa de uma importante figura da corte.
Estes contactos palacianos não devem contudo representar mais do que aspectos episódicos da sua vida, pois a faceta principal desta época parece ser aquela de que dão testemunho as cartas (escritas de Lisboa e da Índia).
Descobriu-se, através do calão conceituoso, retorcido e sarcástico, um homem que escreve ao sabor de uma irónica despreocupação, vivendo apenas do destino, boémio e desregrado. Divide-se entre as amantes (sem pruridos sobre a qualidade das mulheres com quem priva) e a estroinice de bandos de rufiões, ansiosos por rixas de taberna ou brigas de rua onde possam dar largas ao espírito valentão, sem preocupações com a nobreza das causas por que se batem.
Não parece, por esta época, ter modo de vida; e esta imprudência a descambar para a dissolução está de acordo com os documentos através dos quais podemos reconstruir as circunstâncias da sua partida para a Índia.
Na sequência de uma desordem ocorrida no Rossio, em dia do Corpo de Deus, na qual feriu um tal Gonçalvo Borges, foi preso por largos meses na cadeia do Tronco e só saiu – apesar de perdoado pelo ofendido – com a promessa de embarcar para a Índia. Além de provável condição de libertação, é bem possível que Camões tenha visto nesta aventura – a mais comum entre os portugueses de então – uma forma de ganhar a vida ou mesmo de enriquecer. Aliás, uma das poucas compatíveis com a sua condição social de fidalgo, a quem os preconceitos vedavam o exercício de outras profissões.
Foi soldado durante três anos e participou em expedições militares que ficaram recordadas na elegia O poeta Simónides, falando (expedição ao Malabar, em Novembro de 1553, para auxiliar os reis de Porcá) e na canção Junto de um seco, fero, estéril monte (expedição ao estreito de Meca, em 1555).
Esteve também em Macau, ou noutros pontos dos confins do Império, desempenhando as funções de provedor dos bens dos ausentes e defuntos.
Não é ponto assente. Mas o que se sabe é que a nau em que regressava naufragou e o poeta perdeu o que tinha amealhado, salvando a nado Os Lusíadas na foz do rio Mecon, episódio a que alude na estância 128 do Canto X.
Para cúmulo da desgraça foi preso à chegada a Goa pelo governador Francisco Barreto.
Ao fim de catorze anos de vida desafortunada, interrompida certamente por períodos mais folgados, sobretudo quando foi vice-rei D. Francisco Coutinho, conde de Redondo (a quem dedicou diversos poemas que atestam relações amistosas), empreende o regresso a Portugal. Vem até Moçambique a expensas do capitão Pero Barreto Rolim, mas em breve entra em conflito com ele e fica preso por dívidas. Diogo do Couto relata mais este lamentável episódio, contando que foram ainda os amigos que vinham da Índia que, ao encontrá-lo na miséria, se cotizaram para o desempenharem e lhe pagarem o regresso a Lisboa. Diz-nos ainda que, nessa altura, além dos últimos retoques nos “Os Lusíadas”, trabalhava numa obra lírica, o Parnaso, que lhe roubaram – o que, em parte, explica que não tenha publicado a lírica em vida.
Chega a Lisboa em 1569 e publica Os Lusíadas em 1572, conseguindo uma censura excepcionalmente benévola.
Apesar do enorme êxito do poema e de lhe ter sido atribuída uma tença anual de 15000 réis, parece ter continuado a viver pobre.
Morreu em 10 de Junho de 1580. Algum tempo mais tarde, D. Gonçalo Coutinho mandou gravar uma lápide para a sua campa com a citação:
“Aqui jaz Luís de Camões, Príncipe dos Poetas de seu tempo. Viveu pobre e miseravelmente, e assi morreu”

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Voz Ativa & Voz Passiva

 A ação expressa pelo verbo pode ser apresentada de duas formas: ATIVA e PASSIVA.


Voz Ativa: Nina fazia paciência.

                  Suj. Pred.  C. Direto

Voz Passiva: A paciência era feita pela Nina.

                        Suj.             Pred.     Agente da Passiva

Atenção:
  1. Na transformação da frase da forma ATIVA para a Passiva, o sentido não se alterou, mas houve uma mudança de função do Sujeito e do Complemento Direto.
O Complemento Direto da Voz Ativa surge como Sujeito da Voz Passiva; o Sujeito da Voz Ativa transforma-se em Agente da Passiva ( nome ou pronome precedido da preposição por ou de.)
  1. O tempo verbal tem de ser mantido.
  2. A variação Voz Ativa / Voz Passiva só se verifica em verbos transitivos diretos.


Representação da Voz Passiva:

A Voz Passiva forma-se:

a) Com o verbo auxiliar SER       Ex.: O livro é lido pelo Danny.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Ana Saldanha (Porto, 1959 —) é uma escritora e tradutora portuguesa situada no domínio da chamada literatura juvenil, embora a maioria dos seus títulos pareça dirigir-se à pré-adolescência e à adolescência.
 

Formação

Formou-se em Línguas e Literaturas Modernas (variante de Estudos Portugueses e Ingleses) em 1981, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Em 1992 fez o Mestrado em Literatura Inglesa em Birmingham e em 1999 doutorou-se em Literatura Infantil Inglesa e Teoria da Tradução na Universidade de Glasgow. Ensinou Inglês a portugueses do Porto e Português a ingleses de Birmingham e Glasgow.
Participou e apresentou comunicações em congressos no âmbito da Literatura Infanto-Juvenil.

 Prémios

Pela sua obra recebeu vários prémios: 1994 Três semanas com a avó, romance juvenil, Verbo (menção honrosa do Prémio Adolfo Simões Müller) 1995 Círculo imperfeito, romance, Presença (Prémio Cidade de Almada 1994) Uma questão de cor, romance juvenil, Edinter (recomendado pelo IBBY; seleccionado para as Olimpíadas da Leitura de 1996; finalista do Prémio Unesco de Literatura Infantil e Juvenil em Prol da Tolerância de 1997).

 Obras publicadas

  • 1994 - Três semanas com a avó, romance juvenil, Verbo
  • 1995 - Círculo imperfeito, romance, Presença
  • 1995 - Uma questão de cor, romance juvenil, Edinter
  • 1995 - Num reino do norte, Umas férias com música e A caminho de Santiago (série Vamos Viajar), novelas juvenis, Campo das Letras
  • 1996 - Ninguém dá prendas ao Pai Natal, conto infantil, Campo das Letras
  • 1996 - Animais & C.ª (série Vamos Viajar), novela juvenil, Campo das Letras
  • 1997 - Doçura amarga, romance juvenil, Edinter
  • 1997 - Irlanda verde e laranja (série Vamos Viajar), romance juvenil, Campo das Letras
  • 1999 - Cinco tempos, quatro intervalos, novela juvenil, Caminho
  • 2000 - Para o meio da rua, romance juvenil, Caminho
  • 2000 - Reedição de Doçura Amarga
  • 2000 - Inclusão de poemas em Conto estrelas em ti: 17 poetas escrevem para a infância, Campo das Letras
  • 2001 - Como outro qualquer, romance juvenil, Caminho
  • 2001 - Inclusão do conto O Bazar dos Três Vinténs em Contos da Cidade das Pontes, Ambar
  • 2002 - Um gorro vermelho e Um espelho só meu, novelas juvenis de uma nova série, Era uma vez... outra vez, Caminho
  • 2002 - Reedição de Uma questão de cor, Caminho
  • 2003 - Uma casa muito doce e Nem pato, nem cisne, col. Era uma vez... outra vez, Caminho
  • 2004 - O Pai Natal preguiçoso e a rena Rodolfa, conto infantil, com ilustrações de Alain Corbel, Caminho
  • 2004 - A princesa e o sapo Era uma vez... outra vez, Caminho
  • 2004 - Pico no dedo, contos para jovens, Caminho
  • 2005 - Dentro de mim, col. Era uma vez... outra vez, Caminho
  • 2005 - Escrito na Parede, romance juvenil, Caminho
  • 2006 - O Sam e o Som - Sam and Sound, conto infantil bilingue, em co-autoria com Basil Deane, ilustrações de Gémeo Luís, Caminho
  • 2006 - O romance de Rita R., romance juvenil, Caminho
  • 2007 - Mais ou menos meio metro…, poesia para crianças, ilustrações de Gémeo Luís, Caminho
  • 2007 - Os Factos da Vida, romance juvenil, Caminho
  • 2008 - reedição de Ninguém Dá Prendas ao Pai Natal, com ilustrações de Madalena Matoso, Caminho

 Traduções (lista selectiva)

  • 2009- Longo caminho para a liberdade, autobiografia de Nelson Mandela, Campo das Letras
  • 1950 - Uma História da leitura, de Alberto Manguel, Presença
  • 2000- Histórias assim mesmo, de Rudyard Kipling, Caminho

Receita de Natal - Bolo de Amor


Ingredientes:

Uma caneca de amor,
Uma pitada de carinho,
Cinco colheres de felicidade,
Meia caneca de simpatia,
Dez colheres de chá de lealdade,
E uma pitada de bondade.


Preparação:

Coloque num recipiente valioso,
O amor, o carinho, a felicidade,
Mexa muito bem,
Misture de seguida
A simpatia, a lealdade e a bondade.


Dominada pelo coração,
Esta receita é uma Oração.
Este bolo é de amor,
Jesus Cristo, Nosso Senhor!...
Tenham um Feliz Natal...
E um Ano Novo Promissor!!


Natacha Drumond 5º8

Poemas de Natal


Eu gosto do Natal,
Engraçado e com fantasia,
Vou receber presentes
Da minha sagrada família!

Escrevi com um marcador,
Amigos, Bom Natal,
Senti uma dor,
E apareceu o Pai Natal!

É Natal, é Natal!
Toca a acordar,
Abrir as prendas,
Eu vou adorar!

Pensámos em Maria,
Que vai dar à luz,
Um grande menino,
Que se chama Jesus.

No dia de Natal,
Coisas boas vamos fazer,
Já estou a pensar,
Que prendas vou receber!
Beatriz Camacho e Francisco Camacho 5º5

Natal para todos

No Natal
Abrimos os presentes
Convidamos a família
Há aperitivos para toda a gente!

Há aperitivos para toda a gente
Estamos todos radiantes
É a festa da Família
Olha os presentes gigantes!

Olha os presentes gigantes!
À volta da árvore de Natal
São a alegria, a paz e o amor
Que tornam esta época especial!

Que tornam esta época especial
Que nos aquece o coração
É a grande época do ano
É altura de estender a mão!

É altura de estender a mão
A quem mais precisa
Uma estrela cintilante
O meu desejo realiza!

O meu desejo realiza
É uma felicidade
A única coisa que eu quero
É o amor e a bondade!


Francisco Barbosa 5º8

Quadras de Natal - 5º1

Realizado pela equipa DAV (Cláudia Alexandra, César, Nuno e Beatriz)
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Quadras de Natal

Era noite de Natal.
Em toda a casa
nada se ouvia,
nem um rato se sentia.

Em cima do telhado,
algo tilintava,
alguma coisa se mexia,
alguma coisa andava.

Fui ao pé da lareira,
sem mais demora,
estaria a ouvir bem?
O Pai Natal vinha agora!

Fui para a cama,
para o Pai Natal não me ver,
Senão…
prendas não iria receber!http://natalnatal.no.sapo.pt/pag_musicaspt/todos_bomnatal.htm

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Mensagem de Natal

Os professores de Língua Portuguesa desejam a todos os alunos e colegas um feliz Natal e um próspero 2012, cheio de Paz, Alegria, Força e Motivação.


NATAL

Acontecia. No vento. Na chuva. Acontecia.
Era gente a correr pela música acima.
Uma onda uma festa. Palavras a saltar.
Eram carpas ou mãos. Um soluço uma rima.
Guitarras guitarras. Ou talvez mar.
E acontecia. No vento. Na chuva. Acontecia.
Na tua boca. No teu rosto. No teu corpo acontecia.
No teu ritmo nos teus ritos.
No teu sono nos teus gestos. (Liturgia liturgia).
Nos teus gritos. Nos teus olhos quase aflitos.
E nos silêncios infinitos. Na tua noite e no teu dia.
No teu sol acontecia.
Era um sopro. Era um salmo. (Nostalgia nostalgia).
Todo o tempo num só tempo: andamento
de poesia. Era um susto. Ou sobressalto. E acontecia.
Na cidade lavada pela chuva. Em cada curva
acontecia. E em cada acaso. Como um pouco de água turva
na cidade agitada pelo vento.
Natal Natal (diziam). E acontecia.
Como se fosse na palavra a rosa brava
acontecia. E era Dezembro que floria.
Era um vulcão. E no teu corpo a flor e a lava.
E era na lava a rosa e a palavra.
Todo o tempo num só tempo: nascimento de poesia.

Manuel Alegre

domingo, 4 de dezembro de 2011

Palestra com Prof. Armando Correia


No dia 16 de Novembro, às 10 da manhã, tivemos uma aula de Língua Portuguesa diferente do habitual. Algumas turmas, inclusive a nossa, assistiram a uma palestra, no auditório, dada pelo professor e psicólogo Armando Correia, sobre a postura perante a aprendizagem.

O Dr. Armando falou-nos sobre a postura que devemos adotar perante a escola e para compreendermos melhor deu-nos alguns exemplos reais da sua infância. Falou-nos do esforço que as pessoas tinham que fazer para poder ir à escola, antigamente, e do gosto, dedicação e orgulho que tinham em aprender. Disse também que temos que sonhar com o nosso futuro, decidir como este vai ser, ou seja planeá-lo e por fim é indispensável lutarmos e esforçarmo-nos para concretizá-lo.

Aprendemos que para conseguir algo temos que primeiro sonhar muito, depois definir os nossos objetivos e de seguida lutarmos por eles.

A palestra serviu também para percebemos a importância da leitura na nossa vida. Os exemplos de vida referidos foram muito esclarecedores e motivadores para o desenvolvimento de actividade de leitura como o PRL. Aí compreendemos melhor a insistência da nossa professora em aliar a leitura da obra do PRL com uma actividade de investigação ou de cultura geral baseado no tema do livro escolhido.

Na assistência havia alguns alunos muito atentos e participativos e outros completamente desatentos e desinteressados. Achei desnecessárias algumas das perguntas feitas ao Dr. Armando por serem do foro pessoal (dele); acho que deveriam estar todos atentos, Não só por uma questão de respeito e boa educação mas também porque o professor falava-nos acerca da importância da leitura e do estudo, coisas tão importantes para a nossa vida.

Cláudia 8º3

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Texto Argumentativo: a anorexia


Título: Reflexo distorcido

Diz a sabedoria popular que “a gordura é formosura e a magreza é beleza”. Contudo, o povo esqueceu, de acordo com as conveniências, que “no meio está a virtude”.

Em primeiro lugar, convém esclarecer que a anorexia não é vaidade excessiva ou loucura, mas uma doença, que, como qualquer outra, não surge por culpa ou desejo da pessoa. A anorexia é uma perceção distorcida do próprio corpo: a pessoa passa a ver-se e sentir-se como “gorda” mesmo estando magra. O maior risco advém desse “equívoco” da perceção.

Nas últimas décadas temos vindo a presenciar vários casos trágicos de jovens adolescentes que têm perecido. Lembremo-nos da cantora Karen Carpinter, que fazia dupla com o seu irmão, no grupo The Carpinters e que morreu em 1983. Mais tarde, assistimos à morte de Ana Carolina Reston, de 21 anos; de duas irmãs uruguaias, Luisel e Eliana, também modelos, entre tantas outras anónimas.

A modelo francesa, Isabelle Caro, que chocou a indústria da moda ao despir o seu corpo anoréxico, durante a semana de moda em Milão, pretendeu combater a anorexia e alertar-nos para a excessiva valorização da beleza.

Posto isto, em 2007, os promotores da Semana de Moda de Madrid decidiram recusar modelos que fossem demasiado magras, submetendo as manequins a um teste de índice de Massa Corporal (IMC).

Felizmente, a anorexia tem tratamento, através de uma combinação de psicoterapia com tratamento medicamentoso.

Finais felizes como os de Lauren Bailey, da princesa Diana e de Jane Fonda dão-nos esperança. Esta última conta que “queria agradar e ser perfeita, o que na época significava ser esquelética”.

Na verdade, a anorexia nervosa é uma doença complexa, que envolve componentes psicológicas, fisiológicas e sociais, que conduzem a conflitos individuais e familiares, levando a depressões podendo culminar em morte, por inanição ou suicídio. Quando isto acontece, toda a sociedade é afetada: a família que vê a degradação física e psicológica do seu “ente” querido; a sociedade que rejeita, critica e isola.

Prevenir, certamente, não depende só de nós; é necessário que haja todo um contexto social favorecedor, que exija ações mais amplas e coletivas de consciencialização.

Assim como o peso, a balança do equilíbrio deve pender para a vida. Desta feita, a virtude está em saber viver de forma equilibrada, respeitando-nos e ao nosso corpo.