segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Boletim

https://sites.google.com/site/marportugues9/ler-mais

A professora Sónia Baptista, no presente ano letivo, tem a cargo publicar o

Boletim Cultural e Informativo

no âmbito da disciplina de Português.
Esta iniciativa ocorrerá todos os meses e tem como objetivo dar a conhecer eventos culturais, históricos importantes do nosso país, assim como informar-nos relativamente a certas curiosidades, efemérides,...
O link acima transcrito serve para visualização do mesmo.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Breve Biografia de Eça de Queirós

Diplomata e escritor muito apreciado em todo o mundo e considerado um dos maiores escritores portugueses de todos os tempos, Eça de Queirós nasceu José Maria Eça de Queirós, em Póvoa de Varzim-Portugal, no dia 25 de Novembro de 1845. Seu nome muitas vezes tem sido, de forma equivocada, grafado como "Eça de Queiroz".

Eça de Queirós morreu em Paris-França, no dia 16 de Agosto de 1900 (Funeral em Lisboa - 17 de Agosto)

Era filho do Dr. José Maria Teixeira de Queirós, juiz do Supremo Tribunal de Justiça, e de sua mulher, D. Carolina de Eça. Depois de ter estudado nalguns colégios do Porto matriculou-se na faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, completando a sua formatura em 1866. Foi depois para Leiria redigir um jornal político, mas não tardou que viesse para Lisboa, onde residia seu pai, e em 1867 estabeleceu-se como advogado, profissão que exerceu algum tempo, mas que abandonou pouco depois, por não lhe parecer que pudesse alcançar um futuro lisonjeiro. Era amigo íntimo de Antero de Quental, com quem viveu fraternalmente, e com ele e outros formou uma ligação seleta e verdadeira agremiação literária para controvérsias humorísticas e instrutivas. Nessas assembléias entraram Ramalho Ortigão, Oliveira Martins, Salomão Saraga e Lobo de Moura.

Estabeleceram-se então, em 1871, as notáveis Conferências Democráticas no Casino Lisbonense (V. Conferência), e Eça de Queirós, na que lhe competiu, discursou acerca do "O Realismo como nova Expressão de Arte", em que obteve ruidoso triunfo. Decidindo-se a seguir a carreira diplomática, foi a um concurso em 21 de Julho de 1870, sagrando-se o primeiro colocado e, em 1872, obteve a nomeação de cônsul geral de Havana, para onde partiu. Permaneceu poucos anos em Cuba, no meio das terríveis repressões do governo espanhol.

Em 1874 foi transferido para Newcastle; em 1876 para Bristol e, finalmente em 1888, para Paris, onde veio a falecer. Eça de Queirós era casado com a Sr.ª D. Emília de Castro Pamplona, irmã do conde de Resende. Colaborou na Gazeta de Portugal, Revolução de Setembro, Renascença, Diário Ilustrado, Diário de Notícias, Ocidente, Correspondência de Portugal, e em outras publicações.

Para o Diário de Notícias escreveu especialmente o conto 'Singularidades duma Rapariga Loura' (1873), publicada como 'livre brinde' aos assinantes do jornal, em 1874, e a descrição das festas da abertura do canal do Suez, a que ele assistiu em 1870, publicada com o título 'De Port Said a Suez', no referido jornal, folhetim de 18 a 21 de Janeiro do mesmo ano de 1870. Na Gazeta de Portugal, de 13 de Outubro de 1867, publicou um folhetim com o título 'Lisboa', seguindo-se as 'Memórias de uma Freira' e 'O Milhafre'; em 29 de Agosto de 1869, o soneto 'Serenata de Satã às Estrellas'.

Fundou a Revista Portugal com a colaboração dos principais e mais célebres homens de letras do seu tempo. Saíram desta revista 24 números, que formam 4 tomos de 6 números cada um. Para este jornal é que escreveu as 'Cartas de Fradique Mendes'. Na Revista Moderna publicou o romance 'A Ilustre Casa de Ramires'.

http://www.prof2000.pt/users/cfaeaz/ldias/ficha%20de%20leitura%20-%20o%20tesouro.htm

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Reconto escrito



A princesa malcriada


     Era uma vez uma princesa malcriada. A princesa estava sempre a puxar a cauda dos animais, do cão e do gato. Ela fazia muitas caretas às pessoas e era muito malcriada, dizia muitas palavras feias. O rei e a rainha, os pais da princesa ficavam muito tristes com as atitudes da sua filha. Um dia, deram uma festa no palácio e convidaram todas as pessoas do reino.
Apareceu um mágico. 
O mágico foi bem - educado com a princesa e fez-lhe uma festa na cabeça. Mas a princesa foi muito  mal- educada e este transformou-a em rã. 
A princesa só voltaria a ser menina quando aparecesse um príncipe que lhe desse um beijo.


Trabalho elaborado pelos alunos do CEI

Responsáveis : Professora Paula Romano e Teresa Menezes

terça-feira, 29 de maio de 2012

Magriço, em Poesia


Os Doze de Portugal
Era uma vez não muito distante daqui
Doze belas inglesas honradas
Por doze cavaleiros rudes
Foram insultadas.

Coma honra destroçada,
Pediram ao rei de uma longe terra
E foi assim que D. João I
Lhes enviou doze nobres a Inglaterra.

Entre eles ia Magriço
Foi de facto o primeiro,
Apesar de parecer fraco
Revelou-se valente cavaleiro.

Embarcaram cedo
E cedo começaram a navegar
Sem medos e com o objectivo
De pela honra das damas lutar.

Magriço teve outra ideia
Não era uma opção navegar
Partiu então para Inglaterra
Decidido que por terra iria lã chegar.

Demorou mais do que previa
Mas lá conseguiu chegar
Já todos estavam perfilados
Uma grande batalha se começou a travar.

A batalha venceram
Com as suas nobres defesas
E mais uma vez honraram
As damas outrora indefesas.

                                                        Bruna 8º3