A atividade consistiu na elaboração de pequenos cartazes
informativos, contendo as informações mais relevantes de países dos quais fazem
ou fizeram parte alguns dos nossos alunos. O placard esteve ao dispor dos
alunos o dia inteiro, para que todos tivessem a possibilidade de conhecer novas
culturas.
terça-feira, 5 de março de 2013
Dia Internacional da Língua Materna:
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
As aventuras de João Sem Medo
Os alunos do 9º 5 e do 9º6 foram ao Funchal,
ao Teatro Municipal Baltazar Dias, no dia 1 de fevereiro, para assistir à
dramatização da peça de teatro intitulada As
aventuras de João Sem Medo. Esta actividade tem como objectivo
desenvolver nos alunos o gosto pelo teatro.
Neste 2º período, é matéria de estudo o
texto dramático e o teatro vicentino, e, por este motivo, pareceu-me oportuno
que os alunos contatassem, de uma forma mais direta com o teatro, ainda porque
o projecto das turmas para o Plano Regional de Leitura é a dramatização da obra
Os Herdeiros da Lua de Joana.

Os discentes reagiram de maneira muito
positiva a esta iniciativa e ficaram mais elucidados acerca da atuação de um
ator em palco.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Tipos e Processos de Cómico
é o que a personagem faz e as circunstâncias da sua actuação que provocam o riso.
De personagem ou de carácter:
é a maneira de ser e de se apresentar da personagem que provoca o riso.
De linguagem:
é o vocabulário usado e o próprio discurso que provocam o riso.
Gil Vicente oferece-nos registos ou níveis de língua adequados às personagens em cena.
Exemplos:
Nível cuidado – com o Fidalgo ou o Frade.
Nível corrente,familiar ou mesmo popular–comaAlcoviteira.
Calão – com o Parvo.
Gil Vicente usa imensos recursos estilísticos tendentes ao cómicode linguagem:
O Eufemismo –consiste em transmitir, de forma atenuada,uma ideia ou realidade que é desagradável.
Exemplos:
“ Vai pêra ilha perdida…” = Inferno
“Veremos esta barca de tristura…” = BarcaInfernal
“ Chegando ao nosso cais…” = Inferno
A Ironia -quando as palavras significam o contrário do que no íntimo pensamos, ou estão em desacordo com a realidade.
Exemplos:
“ Ó poderoso dom Anrique ,/ cá vindes vós?”
“Embarcai a vossa doçura/ que cá nosentenderemos.”
“E ela, por não te ver, despenhar-se-á dum cabeço.”
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
O Auto da Barca do Inferno é uma complexa alegoria dramática de Gil Vicente, representada pela primeira vez em 1517. É a primeira parte da chamada trilogia das Barcas (sendo que a segunda e a terceira são respectivamente o Auto da Barca do Purgatório e o Auto da Barca da Glória).Os especialistas classificam-na como moralidade, mesmo que muitas vezes se aproxime da farsa. Ela proporciona uma amostra do que era a sociedade lisboeta das décadas iniciais do século XVI, embora alguns dos assuntos que cobre sejam pertinentes na atualidade.
Diz-se "Barca do Inferno", porque quase todos os candidatos às duas barcas em cena – a do Inferno, com o seu Diabo, e a da Glória, com o Anjo – seguem na primeira. De facto, contudo, ela é muito mais o auto do julgamento das almas.
Estrutura
O Auto tem uma estrutura definida, não estando dividido em actos ou cenas, por isso para facilitar a sua leitura divide-se o auto em cenas à maneira clássica, de cada vez que entra uma nova personagem. A estrutura é vista pelo percurso cénico de cada personagem, que demonstra as suas acções enquanto "julgado".
Resumo
Embora o Auto da Barca do Inferno não integre todos os componentes do processo dramático, Gil Vicente consegue tornar o Auto numa peça teatral, dar unidade de acção através de um unico espaço e de duas personagens fixas "diabo e anjo".A peça inicia-se num porto imaginário, onde se encontram as duas barcas, a Barca do Inferno, cuja tripulação é o Diabo e o seu Companheiro, e a Barca da Glória, tendo como tripulação um Anjo na proa.
Apresentam-se a julgamento as seguintes personagens:
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